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Uma operação da Polícia Civil, por meio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), culminou na desarticulação de uma associação criminosa especializada em clonar WhatsApp para aplicar golpes.

Os suspeitos são Robert Wagner Silva Serra, vulgo “Cacá”, Paulo Heitor Campos Pinheiro, Wanderson Sousa Soeiro e Randerson dos Santos Castro.

Segundo informações, a quadrilha agia com ajuda de Wanderson Sousa, que era funcionário de uma empresa de telefonia móvel, que habilitava número das pessoas, para depois o retante do bando se passar por amigos dos proprietários da linha. Através dessa clonagem enviavam mensagem pelo WhatsApp às vítimas pedindo ajuda financeira, por meio de depósito bancário em contas correntes.

O esquema funcionava assim: Wanderson que era funcionário da VIVO, entrava em contato diariamente Robert, que passava dados das contas da operadora de números de todo o Brasil para fazer o golpe. Paulo Heitor e Randerson dos Santos CASTRO, vulgo “BEIÇO”, forneciam as contas bancárias para que o dinheiro ser depositado.

Depois iam ao Banco 24 horas sacar os valores e quando já tinha chegado ao limite de saque, iam aos postos de gasolina e lá passavam o cartão em débito, mas não realizam o abastecimento e, seguida, davam uma porcentagem ao frentista.

Com o Paulo foi encontrado um revólver calibre 38. Os quatro foram apresentados na Seic, e depois foram encaminhados para o Complexo Penitenciário de Pedrinhas e ficarão à disposição da Justiça.